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Edição 51 - Abril de 2012

Publicado: Quinta, 17 de Novembro de 2016, 12h14 | Última atualização em Terça, 17 de Janeiro de 2017, 13h12 | Acessos: 86

Nossos Meios RBC RevAbr2012 RBC51

CAPA:Visitante cego conhece a reprodução do nosso prédio na Sala de Maquetes de Monumentos Históricos da Cidade do Rio de Janeiro – Espaço Cultural Mayá Devi de Oliveira do IBC. — Foto: Leonardo Raja

SEÇÕES:

EXPEDIENTE

EDITORIAL

ENTREVISTA


ARTIGOS:

Museu Através do Toque: a Inclusão Social da Pessoa com Deficiência Visual

Autores: Diana Farjalla Correia Lima e Ana Fátima Berquó

Resumo: O Museu se caracteriza como espaço de pesquisa e disseminação do conhecimento. De acordo com tal perspectiva, deve-se assegurar que o processo informacional e comunicacional atenda a diferentes públicos das categorias identificadas como visitantes (exposições) e usuários dos serviços de informação. Estabelecer condições para o atendimento e a recepção de qualquer público é o fundamento no qual se apoia a função social do Museu. Entretanto, entre diversos segmentos de público, há aqueles com necessidades especiais, como, por exemplo, pessoas com deficiência visual. E, para esse público em especial, o que se observa é a ocorrência de obstáculos que impedem desejável atendimento, seja em contexto eletrônico, por via da rede internacional de computadores – site do Museu na Internet – seja no próprio ambiente físico no qual está localizado o Museu. Em razão disso, configura-se a questão da inclusão social em contexto de temática museológica. Toma-se como referência para estudo o modo pelo qual se deve receber adequadamente o público com deficiência visual, na medida em que esse grupo vocaliza socialmente dificuldades encontradas para a comunicação. Portanto, a abordagem trata do necessário preparo que, em tal condição, é exigido para o Museu e seus profissionais; situação que deve envolver o conhecimento prévio sobre a natureza e as formas de percepção características dessa deficiência, incluindo análises e avaliações permanentes acerca das especificidades e dos pontos comuns entre esse público e o público em geral que visita ou consulta os serviços oferecidos.
Palavras-chave: Informação Especial e Museu. Inclusão social e Museu. Museu inclusivo e pessoa com deficiência visual.


Artefatos Tátil-visuais e Procedimentos Metodológicos de Ensino de Física para Alunos com e sem Deficiência Visual: Abordando os Fenômenos Presentes na Fibra Óptica e em Espelhos Esféricos

Autores: Eder Pires de Camargo, Melina Machado Agostini, Rogério Perego e Silva, Diego de Alcântara, Gabriel Fernando Soares Santos e Edval Rodrigues de Viveiros

Resumo: Neste artigo, abordamos materiais e método para o ensino de óptica para alunos com deficiência visual. Para tanto, apresentamos dois artefatos tátil-visuais: (1) artefato que representa a formação de imagem em espelhos esféricos e (2) artefato que representa a trajetória da luz no interior de uma fibra óptica. Os artefatos são táteis e visuais por dois motivos: (a) facilitar a comunicação entre o professor, os alunos videntes e os com deficiência visual e (b) o professor pode utilizar os artefatos para o ensino dos alunos videntes. É importante lembrar que, com a educação inclusiva, a sala de aula deve organizar-se para atender às necessidades educacionais de todos os alunos. Esperamos, com este artigo, contribuir para que esse objetivo seja atingido.
Palavras-chave: Ensino de Física. Óptica. Deficiência visual.


Buscando a Educação Inclusiva em Geometria

Autores: Ana Maria M. R. Kaleff e Fernanda Malinosky C. da Rosa

Resumo: Apresentam-se ações realizadas em um projeto de extensão denominado “Vendo com as Mãos”, no âmbito do Laboratório de Ensino de Geometria da Universidade Federal Fluminense (UFF). Esse projeto tem por objetivo criar recursos didáticos, na forma de materiais concretos e virtuais, e atividades adequadas ao ensino de Geometria para alunos do ensino básico com deficiência visual. Faz parte de outro mais amplo, que visa à educação inclusiva de alunos deficientes, na medida em que na universidade se desenvolve o aparato didático, enquanto em instituições especializadas os recursos desenvolvidos são testados com alunos, sob a supervisão de um especialista da respectiva instituição. De início, apresentam-se alguns aspectos do aparato didático aplicado em disciplinas dos cursos da UFF, presenciais e na modalidade a distância, nos níveis de licenciatura em Matemática e de especialização para professores. Mostram-se como tais recursos são levados a atividades não formais e de extensão, bem como a exposições do tipo museu interativo destinadas ao público em geral. Cobre-se o conjunto de recursos didáticos testados no Instituto Benjamin Constant do Rio de Janeiro ao longo de 2009 e 2010 e focalizam-se duas atividades específicas, os respectivos materiais didáticos, bem como aspectos práticos de sua implementação.
Palavras-chave: Geometria. Educação inclusiva. Deficientes visuais. Recursos didáticos. Museu interativo.

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