Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Revistas > Edição 50 - Dezembro de 2011
Início do conteúdo da página

Edição 50 - Dezembro de 2011

Publicado: Quinta, 17 de Novembro de 2016, 12h07 | Última atualização em Terça, 17 de Janeiro de 2017, 13h12 | Acessos: 120

Nossos Meios RBC RevDez2011 RBC50

CAPA: alunos do ensino fundamental do Instituto Benjamin Constant exploram a embarcação à vela em uma parceria com o Iate Clube do Rio de Janeiro — Foto: Claudio Vilardo

SEÇÕES:

EXPEDIENTE

EDITORIAL

SAIU NA IMPRENSA


ARTIGOS:

O uso de recursos didáticos no ensino de História para deficientes visuais

Autor: Luciano de Pontes Paixão

Resumo: O presente trabalho discute a importância de se desenvolverem recursos didáticos no ensino de História para deficientes visuais, como forma de envolver os alunos, tornando-os cidadãos críticos e contextualizados. No sentido de estimular e desenvolver a capacidade de percepção e criação, propôs-se a utilização de um jogo, dois mapas históricos, uma linha do tempo e dois castelos medievais, para trabalhar conteúdos de História de maneira dinâmica, criativa e próxima da realidade do educando. Considerando esses aspectos, no Instituto Benjamim Constant, escola especializada na área da deficiência visual, foi realizada uma pesquisa com alunos do 6o ao 9o ano do Ensino Fundamental, organizada da seguinte forma: a) entrevistas semiestruturadas; b) elaboração dos materiais didáticos; e c) aplicação dos materiais nas turmas da instituição. Foi possível observar que o ensino de História é visto pela maioria dos entrevistados como algo distante da realidade, monótono e pouco atrativo. A partir da análise dos resultados, percebeu-se que, com a introdução dos recursos, os alunos mostraram-se mais participativos e, sobretudo, mostraram interesse em aprender os conteúdos que, para eles, eram considerados difíceis e entediantes.
Palavras-chave: Ensino de História. Deficiência visual. Recursos didáticos. Inclusão


Publicações sobre o ensino de Física para alunos com deficiência visual

Autores: Sabrina Gomes Cozendey, Maria da Piedade Resende da Costa e Márlon Caetano Ramos Pessanha

Resumo: Esta pesquisa consiste em um estudo documental em que se procurou conhecer os artigos em ensino de Física, indexados no Google Acadêmico e no SciELO, que propõem práticas viáveis ao processo de inclusão de alunos com deficiência visual e que tenham sido publicados entre janeiro de 1999 e janeiro de 2011. Por ser um estudo documental, a metodologia utilizada no trabalho pode ser definida como uma pesquisa bibliográfica, que buscou encontrar práticas facilitadoras do processo de inclusão em aulas de Física. Os trabalhos encontrados apresentam propostas e práticas viáveis, as quais podem auxiliar professores de física em suas aulas inclusivas. Uma breve descrição de cada um dos trabalhos é apresentada. Os trabalhos encontrados foram classificados de acordo com a área da Física à qual estão relacionados: astronomia, eletricidade, física moderna, mecânica, ondulatória, óptica, termologia e física de forma geral. A área “física de forma geral” representa os artigos que relatam experiências de inclusão de alunos com deficiência visual em turmas de ensino de Física, em que são discutidos os problemas e as possibilidades de adaptar a Física como um todo.
Palavras-chave: Ensino de Física. Deficiente visual. Inclusão educacional. Formação de professor (Física).


Desconstruindo mitos – Compensar? Regenerar? Recuperar a visão?

Autora: Lucia Maria Filgueiras da Silva Monteiro

Resumo: Este texto tem como principal foco desconstruir mitos acerca de falsas premissas que ainda hoje permeiam as discussões sobre limites e impossibilidades de pessoas cegas e de baixa visão, bem como refletir sobre o processo de desconstrução do que foi uma experiência de recuperação da visão. Aborda o tema da compensação, de percentuais matemáticos aplicados ao grupo deficiente visual e ainda teoriza sobre o momento vivido por pessoas que, ao tentar recuperar a visão, deparam com a experiência da aprendizagem.
Palavras-chave: Deficiente visual. Cegueira. Baixa visão. Aprendizagem.

Fim do conteúdo da página