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Edição 48 - Abril de 2011

Publicado: Quinta, 17 de Novembro de 2016, 09h58 | Última atualização em Terça, 17 de Janeiro de 2017, 11h12 | Acessos: 530

Nossos Meios RBC RevAbr2011 RBC48

CAPA:Usuários do Acervo Bibliográfico Especializado do IBC em pesquisa — Foto: Claudio Vilardo

SEÇÕES:

EXPEDIENTE

EDITORIAL

RELATO


ARTIGOS:

A Sociedade e a Cegueira: Discriminação e Exclusão

Autores: João Roberto Franco e Fátima Elisabeth Denari

Resumo: Historicamente, o relacionamento social das pessoas cegas em relação às pessoas videntes tem se caracterizado por atitudes quase sempre de discriminação e exclusão da sociedade em relação à cegueira. Esta pesquisa teve como objetivo procurar identificar junto às pessoas com cegueira adquirida como elas percebem essa discriminação e exclusão no cotidiano, procurando fazer uma reflexão e análise do discurso da inclusão frente às ações discriminatórias que as pessoas cegas sofrem. Os resultados desta pesquisa demonstraram que as pessoas cegas são discriminadas e excluídas quando buscam trabalho, estudo, lazer e nos relacionamentos sociais.
Palavras-chave: Socialização do indivíduo (cego). Integração social. Exclusão social. Cegueira.

Avaliação da Acuidade Visual em Escolares do Ensino Fundamental da Rede Pública de Volta Redonda/RJ, entre 2004 e 2008

Autores: Luiz Gustavo Abranches Werneck Pereira, Elba Christina Ferrão e Miguel Allemand Zaidan

Resumo: O objetivo deste artigo é relatar e analisar a prevalência de deficit visual em escolares do ensino fundamental de escolas municipais e estaduais do município de Volta Redonda/RJ; aprimorar o aprendizado dos acadêmicos de medicina por meio da técnica de medida da acuidade visual; e evidenciar a necessidade de melhoria da assistência oftalmológica pela rede pública. Para isso, foi realizada uma revisão de estudos descritivos de delineamento transversal da medida da acuidade visual feitos por acadêmicos de medicina do oitavo período, devidamente treinados, no período de 2004 a 2008. Foram avaliados 3.729 alunos do primeiro ao nono ano de 20 (25,0%) das 80 escolas públicas do ensino fundamental do município de Volta Redonda/RJ, por meio da tabela de Snellen posicionada a 6 m de distância. Da amostra total, 579 (15,5%) apresentaram acuidade visual menor que 0,8. As idades variaram entre cinco e 18 anos. Quanto à correção óptica, 317 (8,5%) alunos usavam óculos ao exame. Questionados se já haviam consultado o oftalmologista, 2.019 (54,1%) disseram que sim. Entre os amétropes, 252 (43,5%) relataram ter cefaleia, 163 (28,2%), ardência ocular, 145 (25,0%), lacrimejamento, e 142 (24,5%), dificuldade visual. O trabalho mostrou que a acuidade visual reduzida foi semelhante a outros estudos com o mesmo objetivo, ou seja, 10 a 20% do contingente etário necessitam de correção óptica; logo, programas de saúde pública devem ser implantados de maneira a detectar precocemente distúrbios visuais em crianças para que elas possam ser devidamente tratadas, desenvolvendo satisfatoriamente suas atividades no meio em que vivem. O trabalho desencadeou, por parte dos acadêmicos, a busca da iniciação científica e, mais importante, interesse em prestar serviços comunitários onde a população não teria acesso, despertando nela a conscientização do valor da boa visão.
Palavras-chave: Acuidade visual. Percepção visual (teste evolutivo). Programa de Atenção à Saúde Escolar. Saúde na escola. Temas transversais.

Disseminação da Informação para os Deficientes Visuais: Princípios que Fazem a Diferença

Autores: Ana Paula Souza Almeida, Geysa Maria Carvalho da Silva e Sara de Paula Sacramento Doria

Resumo: Este trabalho apresenta as formas de atendimento às necessidades informacionais dos usuários das bibliotecas do Instituto Benjamin Constant. Com o avanço tecnológico e a automação dos acervos, as bibliotecas já não são meros repositórios de livros e documentos. As necessidades informacionais dos usuários são melhor mapeadas e as ações de Disseminação Seletiva da Informação ganham em qualidade. É, pois, pensando nos deficientes visuais e pesquisadores que frequentam nossas bibliotecas que sugerimos essa forma de construção da relação entre o bibliotecário e esse público.
Palavras-chave: Necessidade informacional (deficiente visual). Profissional da informação (bibliotecário). Biblioteca (deficiente visual).

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