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Edição 47 - Dezembro de 2010

Publicado: Quinta, 17 de Novembro de 2016, 11h49 | Última atualização em Terça, 17 de Janeiro de 2017, 13h12 | Acessos: 85

Nossos Meios RBC RevDez2010 RBC47

CAPA:Presépio em tamanho natural montado no jardim externo do Instituto Benjamin Constant — Foto: Claudio Vilardo
 
SEÇÕES:
 
 
 
 
 
ARTIGOS:
 
 
Autores: Larissa Mello Dias e Maria Tereza Ávila Gallo
 
Resumo: Este artigo tem como objetivo conhecer a percepção dos pais em relação à intervenção precoce em crianças com deficit visual. Para tanto, foi desenvolvido um estudo qualitativo em um centro especializado na assistência à criança com deficiência visual em Salvador/BA. O período para a coleta de dados compreendeu os meses entre dezembro de 2008 e março de 2009. Os 12 informantes-chave da pesquisa foram os pais de crianças submetidas à intervenção precoce, indicados pelo responsável pelo atendimento nesse centro. Os dados foram apreendidos mediante entrevistas gravadas, em que foi aplicado um roteiro não estruturado, sendo ainda utilizado um diário de campo para registrar todo o processo emocional vivido pelos informantes durante as entrevistas. A análise dos dados foi feita baseada na análise de conteúdo segundo Bardin. Emergiram, do encontro com os pais, as categorias “emic”, e os discursos demonstraram a dificuldade do acesso ao serviço de intervenção precoce, seja pela falta de informação, pelo número limitado de serviços de referência para esse tratamento, ou pela falta de diagnóstico e encaminhamento precoces. Foram relatados, ainda, os significados associados a esse tratamento, dificuldades, problemas e medos em relação à deficiência visual, bem como as expectativas sobre o futuro dessas crianças. Conclui-se que os pais percebem que a intervenção precoce gera resultados positivos ao desenvolvimento da criança com deficit visual, e as orientações fornecidas a eles foram descritas como fator determinante de uma melhor aceitação da deficiência e como uma forma de conhecer as necessidades dos seus filhos.
Palavras-chave: Intervenção precoce. Estimulação visual. Portador de necessidade especial. (Criança).
 
 
 
Autora: Márcia Lopes de Moraes Nabais
 
Resumo: Este artigo tem como objeto de discussão o processo de inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Utiliza o método dedutivo a partir de ampla revisão bibliográfica de autores brasileiros, leis e convenções nacionais e internacionais que tratam do tema. Apresenta, inicialmente, a definição legal do termo deficiência à luz do Decreto no 3.298/1999, indica os tipos de deficiência, conforme classificação adotada pela Organização Mundial de Saúde, e ainda mostra a importância do trabalho para essas pessoas. Com foco especialmente voltado para as principais normas nacionais e internacionais que dispõem sobre a empregabilidade das pessoas com deficiência, discute o papel da responsabilidade social das empresas na construção de uma sociedade mais justa e integradora. Aponta as principais barreiras para a inclusão desse segmento laboral no mercado de trabalho e sugere estratégias para facilitar a superação desses obstáculos.
Palavras-chave: Deficiência. Trabalho. Responsabilidade social.
 
 
 
Autora: Ana Cristina Felipe Miotto
 
Resumo: O presente artigo refere-se à pesquisa de mestrado que objetivava investigar como as necessidades educacionais especiais dos educandos com deficiência visual eram abordadas no currículo e trabalhadas em uma sala de aula comum da rede pública de ensino, cuja proposta pedagógica fosse anunciada como inclusiva. Sabendo da importância do currículo no processo educacional e para a inclusão educacional, a pesquisa se desenvolveu em torno das implicações do currículo prescrito e da prática curricular no processo educacional dos alunos com deficiência visual.
Palavras-chave: Modelo de educação especial (deficiente visual). Inclusão educacional. Integração curricular (deficiente visual).
 
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