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Edição 42 - Abril de 2009

Publicado: Quarta, 16 de Novembro de 2016, 18h29 | Última atualização em Terça, 17 de Janeiro de 2017, 13h12 | Acessos: 208

Nossos Meios RBC RevAbr2009 RBC42

CAPA:Aula prática de drenagem linfática no Instituto Benjamin Constant - Arte: Claudio Vilardo - Foto: Leonardo Raja Gabaglia

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EXPEDIENTE

EDITORIAL

SAIU NA IMPRENSA

AGENDA

ARTE DA CAPA

LEITURA

ARTIGOS:

A Matemática por trás da Orientação e Mobilidade

Autor: Jorge Carvalho Brandão

Resumo: O presente trabalho mostra que a Matemática pode ser mais facilmente compreendida através de algumas atividades de Orientação e Mobilidade (OM), seguidas de reforço por professor de Matemática ou de Apoio Pedagógico. É fruto de nossa pesquisa para tese de doutorado. Entretanto, o material que apresentamos não ficou prisioneiro de um linguajar mais técnico, procurando relatar algumas vivências com alunos atendidos pelo Centro de Apoio Pedagógico para Pessoas com Deficiência Visual (CAP) do Ceará.


A Formação Profissional da Pessoa com Deficiência: Barreiras e Possibilidades

Autores: Bianca Fátima Cordeiro dos Santos Fogli e Lucindo Ferreira da Silva Filho

Resumo: Este artigo discute a questão da formação profissional da pessoa com deficiência, enfocando este processo como exercício de direito real no sentido da expansão da cidadania e da emancipação. Para tal, desenvolve breve relato histórico da evolução desta prática no Brasil da década de 1930 até os dias atuais, destacando barreiras e possibilidades neste processo.
Palavras-chave: Inclusão - Trabalho - Educação - Direitos Humanos


Sociedade Pós-Moderna, Imagem Corporal e Deficiente Visual: Algumas Considerações

Autores: Fabiane Frota da Rocha Morgado e Maria Elisa Caputo Ferreira

Resumo: Introdução: O corpo deficiente é frequentemente visto como insuficiente para fazer frente às exigências de eficiência e produtividade da atual sociedade, caracterizada como Pós-Moderna. Nesta, valoriza-se sobremaneira o corpo ideal, aquele belo, másculo, produtivo e perfeito. Dessa forma, a manifestação de uma deficiência pode alterar a imagem corporal do indivíduo. Objetivo: Refletir sobre as relações socioculturais diagnosticadas nos temas Sociedade Pós-Moderna, Imagem Corporal e Deficiente Visual, ilustrando conceitos da literatura específica, principalmente da Sociologia e Antropologia. Metodologia: Estudo Qualitativo com revisão de literatura. Resultado das reflexões originadas durante o curso da disciplina do Mestrado em Educação Física, "Corpo e Diversidade", oferecida pela Profª Drª Maria Elisa Caputo Ferreira, na Universidade Federal de Juiz de Fora, durante o primeiro semestre de 2008. Considerações Finais: Trouxemos para esta reflexão o caráter multidimensional da imagem corporal. Nesse contexto, Schilder (1999) e Tavares (2003) afirmam que o deficiente visual é capaz de formular sua imagem corporal através de outros estímulos, os quais não sejam os visuais. O movimento aparece como um facilitador do desenvolvimento da imagem corporal e o profissional de Educação Física como um possível mediador entre este e o cego. Ressaltamos que na medida em que o sujeito se reconheça e se aceite na sua diferença/deficiência, ele pode manter relações positivas e prazerosas com o seu corpo, preservando sua identidade, por conseguinte, possuir uma imagem corporal positiva, mesmo diante dos apelos de corpo ideal de nossa cultura.
Palavras-chaves: Modernidade, Corpo, Cego, Educação Física.

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