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Edição 31 - Agosto de 2005

Publicado: Quarta, 16 de Novembro de 2016, 13h22 | Última atualização em Terça, 17 de Janeiro de 2017, 13h12 | Acessos: 68

Nossos Meios RBC RevAgo2005 RBC31


CAPA: Arte sobre as capas da Benjamin Constant, números 01 a 30. Autor: Claudio Vilardo

SEÇÕES:

AGENDA

EDITORIAL

EXPEDIENTE

INFORME

LEITURA

PALAVRA FINAL: Antônio Menescal

PERFIL: Paulo Felicíssimo Ferreira

RELATO - Grupo Psicoterápico e de Convivência

ARTIGOS:

A Experiência Com A Cegueira

Autores: Ida Mara Freire

Resumo: Quem define o que é cegueira? O texto busca a compreensão da cegueira confrontando as definições e narrativas apresentadas na literatura especializada e no cotidiano. Tenta decifrar a relação entre a cegueira e o mito sobre a túnica de Néssus, primeiro revelando a cegueira como um dos modos possíveis de perceber o mundo e, então, que tanto sua definição quanto sua experiência são indissociáveis da presença do outro em minha corporeidade.

A Influência do Judô Na Diminuição da Ansiedade de Adolescentes Cegos

Autores: Carmelino Souza Vieira

Resumo: Partindo-se da hipótese de que o judô contribui para diminuir algumas defasagens de ordem física, social e afetiva relacionadas com a vida do deficiente visual, este artigo apresenta o resultado de um estudo realizado com 21 alunos do Instituto Benjamin Constant (IBC), cujos achados confirmam a importância da intervenção do judô naquela clientela, como fator determinante na diminuição de estados de ansiedade, do medo, na melhoria da postura, do equilíbrio, da flexibilidade, da coordenação motora, da condição física e da auto-organização. Para tal, foram realizadas observações participantes do cotidiano escolar e, aplicados testes, cujos resultados mostram os benefícios trazidos para os sujeitos que participaram do estudo.
Palavras-chave: educação, judô, cego e ansiedade.

A construção do Sujeito pelo Outro: notas sobre a linguagem, o discurso e a palavra na cegueira

Autor: Armando Barros, Michelle Ramos e Nicole Caputo

Resumo: O artigo aborda a construção do sujeito mediado pelas linguagens. Propõe a necessidade de que os profissionais de ensino, que atuam com crianças cegas ou de baixa visão, se fundamentem na teoria de Vygotsky. Viver as experiências sensoriais que as palavras nominam, para que a inclusão se realize, primeiro pelo significado delas e, depois, no sentido dos discursos. Os autores apresentam o texto em três movimentos: em torno da linguagem e do pensamento; linguagens verbal e não-verbal; e novos conteúdos na formação dos pedagogos.

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