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Núcleo de Atendimento Educacional à Pessoa com Surdocegueira (NAEPS)

Publicado: Sexta, 06 de Março de 2020, 09h03 | Última atualização em Quinta, 25 de Junho de 2020, 12h38 | Acessos: 2938

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O Núcleo de Atendimento Educacional à Pessoa com Surdocegueira (NAEPS) foi criado no ano de 2018. Até o final de 2017 era denominado Programa de Atendimento e Apoio ao Surdocego (PAAS), que foi criado no ano de 1993, primeiramente com o nome “Programa Piloto de Atendimento ao Deficiente Auditivo-Visual”. O NAEPS está vinculado ao Departamento de Estudos e Pesquisas Médicas e de Reabilitação (DMR) e à Divisão de Reabilitação, Preparação para o Trabalho e Encaminhamento Profissional (DRT).

O Núcleo é composto por duas professoras da área da surdocegueira e conta com o apoio de ums tradutora e intérprete de Libras do Instituto Benjamin Constant (IBC). Há uma parceria colaborativa entre os profissionais do NAEPS e os das outras áreas da DRT. Algumas dessas atividades são realizadas com a mediação comunicacional da intérprete e outras com o suporte de uma das professoras do Programa. Em todos esses casos, há a ação conjunta e o diálogo entre os profissionais.

Missão: Promover condições de aprendizagem que possibilite o desenvolvimento, a melhoria da qualidade de vida e maior autonomia e independência possível da pessoa com surdocegueira, visando à inclusão social.

Visão: Ser um centro de atendimento a pessoas com surdocegueira no Estado do Rio de Janeiro.

Valores: I – Respeito ao ser humano.

             II – Ética nas relações.

             III – Responsabilidade social.

             IV – Produção e difusão do conhecimento.

             V – Transparência.

             VI – Excelência.

 

Objetivo geral:

Oferecer condições para a promoção da autonomia do aluno, visando sua (re)inserção sociocultural, considerados os limites, o tempo e a particularidade de cada um.

Objetivos específicos:

 

  1. Oferecer atendimento pedagógico individualizado aos alunos com surdocegueira da Divisão de Reabilitação e Encaminhamento Profissional para o Trabalho (DRT), quando necessário;
  2. Mediar, quando solicitado, as aulas disponibilizadas pela DRT e pelo Centro de Terapia Alternativa (CTA);
  3. Fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos;
  4. Incentivar a participação da comunidade escolar em estudos e ações referentes à surdocegueira;
  5. Orientar no uso de tecnologias assistivas;
  6. Trabalhar de forma colaborativa com os demais professores da Instituição;
  7. Disponibilizar capacitação na área da surdocegueira;
  8. Orientar os profissionais, os familiares e a comunidade sobre aspectos relacionados à surdocegueira;
  9. Promover atividades pedagógicas que incentivem a socialização;
  10. Oferecer colaboração técnica a outras instituições;
  11. Disponibilizar consultoria a instituições de ensino que tenham alunos com surdocegueira.
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