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IBC sedia encontro de dirigentes dos CAPs e NAPPBs de todo o Brasil

O evento, promovido pelo Ministério da Educação, começou hoje (26) e vai até a próxima sexta-feira (29).

  • Publicado: Terça, 26 de Novembro de 2019, 12h02
  • Última atualização em Quinta, 28 de Novembro de 2019, 11h40
No palco, homens e mulheres, alguns empunhando bengala, posam para foto lado a lado.
Ao fim da solenidade de abertura, houve a posse dos novos membros da Comissão Brasileira de Braille.

 

Ao todo, participam do encontro cerca de 150 pessoas — 110 dirigentes dos Centros de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual (CAPs) e dos Núcleos de Apoio Pedagógico e Produção Braille (NAPPBs), além de profissionais do IBC e de outras instituições ligadas à educação especializada na área da deficiência visual.

Estiveram presentes à abertura a diretora de Acessibilidade, Mobilidade, Inclusão e Apoio à Pessoa com Deficiência da Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp/MEC), Nídia Regina Limeira de Sá, e a coordenadora-geral substituta do Programa do Livro do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Lívia Delfino da Costa.  

Capacitacao Caps e Nappbs 19b7f5b3f 28b5 4129 8612 5929d872324eCapacitacao Caps e Nappbs 1As convidadas foram recebidas  pelo diretor-geral do Instituto Benjamin Constant, João Ricardo Melo Figueiredo (foto ao lado).  Ele   abriu os discursos da solenidade, elogiando  a atuação do Ministério da Educação na defesa da educação especializada na área da deficiência visual. 

“Claro que a inclusão social na escola é fundamental. O acolhimento dos alunos com deficiência visual e a convivência com os demais é muito importante. Mas precisamos avançar muito na inclusão no ensino, dando a estes estudantes as condições de aprender como aqueles que enxergam. Por isso, é necessário que eles tenham um atendimento que possibilite isso”, disse João Ricardo.

A representante do FNDE falou sobre a importância de receber feedbacks dos diretores dos CAPs e NAPPBs sobre a qualidade dos livros do Programa Nacional do Livro Didático voltados ao público com deficiência visual. Recentemente, o Programa foi reestruturado e passou a oferecer os livros em um formato que atende, concomitantemente,  cegos e com baixa visão. “Encontros como esse são muito ricos para nós, do PNLD. Esperamos contar com a ajuda de vocês para melhorarmos cada vez mais o material que produzimos”, disse Lívia.

A diretora da Semesp, Nídia Limeira de Sá, concordou com Lívia e disse que o cuidado com a qualidade dos livros do PNLD é fundamental, haja vista o alto custo do investimento feito no Programa. Sobre o panorama atual da educação especializada no Brasil, Nídia disse reconhecer os avanços trazidos pela Política Nacional de Educação Especial, de 2008. Contudo, ela disse que é preciso avançar para dar mais efetividade às ações de inclusão.

“Em breve, ainda nesse ano, o Ministério da Educação vai lançar a Política Nacional de Educação Especial Equitativa, Inclusiva e ao Longo da Vida”, que já vinha sendo estudada e largamente debatida há três anos e que esperamos colocar em prática o mais rapidamente possível para que as pessoas com deficiência continuem a ser incluídas, mas com condições de aprenderem como as demais”, disse a diretora da Semesp.

 Ao final da fala, ela deu posse aos novos membros da Comissão Brasileira do Braille — dentre eles, a professora Geni Pinto de Abreu, representante do IBC.

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