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Divisão de Reabilitação, Preparação para o Trabalho e Encaminhamento Profissional (DRT)

Publicado: Quinta, 14 de Julho de 2016, 15h40 | Última atualização em Segunda, 30 de Julho de 2018, 07h09 | Acessos: 109

Tem por público-alvo as pessoas que se tornaram deficientes visuais na idade adulta ou aquelas que mesmo tendo perdido a visão a partir da infância não tiveram a oportunidade de acesso a um programa de atendimento especializado.

O objetivo das atividades desenvolvidas nesse setor é dotar o deficiente visual adulto de recursos para retomar sua vida com independência e autoconfiança. Para tanto, ele vivencia um conjunto de técnicas e informações necessárias à sua orientação e mobilidade, à execução das atividades da vida diária e ao processo de leitura e escrita no Sistema Braille. Paralelamente a essa programação básica, os reabilitandos têm a opção de participar de cursos diversos que aprimoram sua aprendizagem, investindo na capacidade criativa do homem, levando-o à produção de peças artesanais e de cerâmica. O ato criativo tem a capacidade de realimentar a auto-estima, harmonizar os aspectos psicológicos, constituindo-se, muitas vezes, em um estimulante programa educacional para os reabilitandos, por associar o aspecto terapêutico ao prazer da produção artística.                                                                                                                        

Em termos profissionalizantes, o curso de Massoterapia, realizado em parceria com hospitais, agrega um significativo número de reabilitandos que há muito têm boa receptividade no mercado de trabalho. A DRT oferece, também, na área da saúde, cursos de Drenagem Linfática, Alongamento, Reflexologia e Shiatsuterapia. Ao abrir, ainda, oportunidades de trabalho, o Instituto Benjamin Constant continua oferecendo aos reabilitandos e ex-alunos seu tradicional curso de Afinação de Piano.

Além disso, faz parte de uma programação que busca o reconhecimento político-social do indivíduo cego e de baixa visão o treinamento da assinatura.

Na Coordenação de Baixa Visão os alunos e reabilitandos com resíduo visual recebem os primeiros treinamentos para o uso dos recursos ópticos que têm como objetivo a melhoria no desempenho funcional e educacional da visão.

O crescimento desse trabalho, desenvolvido por uma equipe formada de oftalmologista e professores especializados, motivou a implantação do Laboratório de Baixa Visão, onde alunos, reabilitandos e professores têm à disposição os recursos ópticos e não ópticos adequados à condição visual de cada um, permitindo-lhes cumprir com maior facilidade seus afazeres cotidianos. A equipe presta também consultoria a docente das redes municipais e estaduais, no intuito de tornar mais eficiente o processo ensino-aprendizagem de alunos de baixa visão matriculados tanto nas escolas públicas quanto nas particulares.

É importante destacar, ainda nessa Divisão, o Programa de Atendimento e Apoio ao Surdocego. Esse programa atende às necessidades específicas de jovens e adultos surdocegos, oferecendo atividades que lhes possibilitam convívios social participativo, integrado ao interesse da comunidade. A proposta pedagógica recai sobre um conteúdo de aprendizagens funcionais que gradativamente vão adquirindo maior complexidade a fim de que essas pessoas possam desenvolver possíveis aptidões para o mundo do trabalho.

Esse atendimento inclui a participação em atividades que abrangem a Estimulação Visual, Atividades da Vida Diária, Orientação e Mobilidades da Vida Diária, Orientação e Mobilidade, Atividades Físicas e Desportivas e Artesanato. Respeitando-se diferenças individuais, a espécie, o grau e o estágio da perda auditiva e visual, todos são incentivados a utilizar diferentes possibilidades de comunicação. Dentre elas, podemos citar Língua de Sinais, Alfabeto Manual ou Datilológico, Alfabeto Comum, Tadoma e Sistema Braille.

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