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Notícias

IBC recebe exposição itinerante do Museu de Ciências da Terra

A mostra Lendas Petrificadas, do Museu de Ciências da Terra, foi aberta na manhã de hoje (15) vai até a tarde de amanhã. 

  • Publicado: Quarta, 15 de Maio de 2019, 10h08
  • Última atualização em Quarta, 15 de Maio de 2019, 11h35
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Além do diretor-geral do IBC, João Ricardo Melo Figueiredo, a solenidade de abertura da exposição contou com a presença do diretor de Geologia e Recursos Minerais do Serviço Geológico do Brasil, ao qual o MTer está vinculado, José Leonardo Andriotti.  Ele se dirigiu especialmente aos alunos, falando sobre o objetivo da exposição, composta por 13 peças, entre fósseis e rochas de vários períodos geológicos distintos — a mais antiga delas é um fóssil de trilobita do período Permiano, com aproximadamente 200 milhões de anos.

"É muito gratificante para nós estarmos aqui hoje, contando um pouco da história da formação do nosso planeta, que tem aproximadamente 4,5 bilhões de anos.  Acredito que a nossa principal funcão seja exatamente educativa.   Como somos vizinhos, esperamos realizar outras exposições como essa do nosso museu, estreitando a parceria entre as duas instituições", disse José Leonardo. 

O diretor-geral do IBC, João Ricardo Figueiredo, agradeceu a iniciativa da CPRM e ratificou a importância do estreitamente dos laços entre as duas instituições.  "Estamos já finalizando a elaboração de um convênio que, com certeza, gerará muitas outras ações conjuntas, contribuindo para a acessibilidade das pessoas com deficiência visual ao conhecimento científico", disse João Ricardo, abrindo oficialmente a visitação à exposicão.

A mostra Lendas Petrificadas

Com o apoio de um geólogo, um paleontólogo e quatro estagiários do Museu de Ciências da Terra, os alunos puderam tocar nas peças e obter informações sobre elas e as condições de vida no planeta na época em que elas surgiram.  Além dos dados científicos, os visitantes conheceram alguns dos mitos  baseados em fósseis, rochas e minerais que exerceram grande influência em toda a cultura humana, como as lendas do Muiraquitã, da Ametista, da Preguiça Gigante etc.  

"Nosso objetivo é mostrar que, muitas vezes, o registro geológico pode revelar uma história natural humanista, em que o foco recai sobre os modos como o homem aprendeu a estudar e compreender a natureza", explicou o paleontólogo Rodrigo da Rocha Machado, que faz parte da equipe que tem estado no Instituto trazendo uma série de atividades educativas aos alunos  (o Museu de Ciências da Terra já participou de eventos como o Dia Nacional da Poesia e o Dia Nacional do Livro Infantil, além de ter disponibilizado para os alunos do 6º ano uma mostra com 20 minerais no mês passado).  

Para a professora Thalita Nilander, assistente do Departamento de Educação do IBC esta parceria, mesmo no início, já tem se mostrado bastante exitosa.  "O Museu  proporciona aos alunos o contato com conteúdos de primeira qualidade acerca de um assunto sobre o qual ele é uma autoridade e nós, do IBC, contribuímos para que os profissionais que lidam com exibição pública de acervo aprendam mais sobre os aspectos importantes relacionados à acessibilidade das pessoas com deficiência visual", explicou a professora, que tem estado à frente, no IBC, pelo desenvolvimento das ações de cooperação mútua pelas duas instituições.

 

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